5 Respostas
A resposta simples é que os peptídeos de colagénio são colagénio processado, tornando-se mais fácil de consumir. A resposta realista é que podem ajudar algumas pessoas, mas não há garantias de que produzam mudanças visíveis em toda a gente. A qualidade do produto, a dose, a consistência, a idade, a alimentação e o problema inicial são todos fatores importantes.
Não consideraria os peptídeos de colagénio uma proteína completa, tal como considero os ovos, o soro de leite ou uma refeição completa. São mais ricos em determinados aminoácidos associados à estrutura do colagénio. Isso torna-os interessantes para o apoio à pele e ao tecido conjuntivo, mas não são ideais como única fonte de proteína.
Para mim, os peptídeos de colagénio são um daqueles produtos cujo conceito é simples, mas cujo marketing é muito exagerado. O pó é, basicamente, colagénio hidrolisado, o que significa que foi decomposto. Ainda assim, aconselho a ler atentamente o rótulo, porque a origem, a dose, os alergénios e os ingredientes adicionais podem alterar bastante o produto.
A um amigo, explicaria que se trata de uma forma prática de colagénio, normalmente de origem bovina, marinha ou de outro animal. Isso não significa que o pó vá diretamente para o rosto ou para os joelhos. Pode fornecer ao corpo os elementos essenciais, mas o sono, a alimentação, o treino de força e a vitamina C continuam a ser importantes.
Na minha opinião, os peptídeos de colagénio são colagénio dividido em cadeias mais pequenas, pelo que se misturam e são digeridos mais facilmente do que o colagénio normal. Eu considerá-los-ia como um suplemento proteico específico, e não como um medicamento ou um atalho. A vantagem é que fornecem aminoácidos envolvidos na pele, articulações, tendões e tecido conjuntivo, mas é o próprio corpo que decide como utilizar esses aminoácidos.
