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Se eu estivesse a usar peptídeos de colagénio, encararia isso como um período de teste sem grandes complicações. Escolheria um produto, usá-lo-ia de forma consistente, estaria atenta aos benefícios e efeitos secundários e tomaria uma decisão após um período razoável.
Não gosto de afirmações extremas em nenhum dos sentidos. Os peptídeos de colagénio não são inúteis para toda a gente, mas também não são uma panaceia. A posição realista é que podem ser um hábito complementar com efeitos modestos.
Começaria por perguntar o que a pessoa pretende obter com o colagénio. A pele, as articulações, o cabelo, o jejum, a ingestão de proteínas e a recuperação são objetivos diferentes. A resposta varia consoante o objetivo e o contexto de saúde.
Na minha opinião, os peptídeos de colagénio constituem uma experiência que vale a pena tentar, desde que o custo e a digestão sejam aceitáveis. Algumas pessoas notam benefícios; outras, não. Cada organismo é diferente, cada produto é diferente e cada expectativa é diferente.
A minha resposta seria equilibrada: os peptídeos de colagénio podem ser úteis, mas não são mágicos. Podem contribuir para a saúde da pele, das articulações ou do tecido conjuntivo em algumas pessoas, especialmente se forem tomados de forma regular. Não devem substituir a ingestão normal de proteínas, o sono, a atividade física nem os cuidados médicos.
