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Vale a pena investir neles, mas é preciso ter cuidado com a cadeia de abastecimento.
Nem todo o colagénio é igual. Se comprar “colagénio” a preços irrisórios a um fornecedor não verificado, poderá estar simplesmente a pagar por gelatina “enfeitada” com elevado peso molecular, que não se dissolve nem é absorvida adequadamente. Só «vale a pena» se adquirir peptídeos de colagénio genuínos e de baixo peso molecular a um fabricante certificado. Pagar esse ligeiro acréscimo por um ingrediente a granel de alta qualidade poupa-lhe reclamações de clientes e devoluções de produtos no futuro.
Do ponto de vista empresarial? 100%, sem dúvida. Quando adicionámos um produto à base de peptídeos de colagénio marinho à nossa linha de beleza, o nosso ROI (retorno sobre o investimento) disparou.
A vantagem do colagénio é que os consumidores sentem e vêem efetivamente os resultados no prazo de 4 a 8 semanas. Isto traduz-se numa retenção de clientes incrivelmente elevada e numa grande procura por parte de compradores habituais. O “custo por dose” da matéria-prima é muito razoável quando comparado com extratos botânicos exóticos, o que nos permite manter margens de lucro muito saudáveis, ao mesmo tempo que oferecemos um produto de alta qualidade aos nossos clientes.
Do ponto de vista científico, sim, valem absolutamente a pena — desde que se utilizem peptídeos hidrolisados de alta qualidade. A eficácia clínica está bem documentada. Existem inúmeros estudos duplo-cegos e controlados por placebo que demonstram que uma dose diária de 5 g a 10 g melhora significativamente a elasticidade da pele e reduz as dores nas articulações. Do ponto de vista da evidência científica, é um dos poucos ingredientes funcionais em que a ciência corresponde realmente ao entusiasmo em torno deles.
